O ataque ocorrido neste dia 03/01 (sábado) contra a nação venezuelana constitui uma agressão brutal e criminosa e é absolutamente inadmissível contra a soberania de um povo, devendo ser amplamente denunciado e repudiado por todas as forças democráticas e anti-imperialistas. Trata-se de mais uma ação violenta do imperialismo estadunidense, que, em completo desrespeito ao direito internacional e à autodeterminação dos povos, recorre à força e ao terror para impor seus interesses na América Latina.
O imperialismo ianque mostra ao mundo seus dentes e suas garras, promovendo guerras de alta e baixa intensidade para enfraquecer e submeter os países oprimidos, à custa da matança, do sofrimento e da miséria dos povos, enquanto se enriquece e se fortalece como potência predatória às custas do saque e da destruição.
Não podemos fechar os olhos diante dessa intervenção ianque na América Latina, região historicamente tratada pelos Estados Unidos como seu “quintal” e que hoje se converte em palco de uma revolta generalizada contra essa besta promotora de guerras injustas em todo o mundo.
Após a ação criminosa, manifestações surgiram de forma imediata em diversos países da América Latina, entre eles México, Chile, Argentina, Cuba e Equador, especialmente nas imediações das embaixadas dos EUA. No México, a embaixada foi alvo de pichações realizadas por manifestantes. Em Cuba, por sua vez, milhares de pessoas ocuparam as ruas de Havana e se concentraram na histórica Tribuna Anti-Imperialista para repudiar o ataque imperialista à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro.
Que nos ergamos e demonstremos nosso compromisso internacionalista, fazendo ecoar por todos os cantos de nosso país, por meio de atividades de mobilização, atos e diversas ações, as seguintes consignas: Fora ianques da América Latina! Viva a luta anti-imperialista!
Fora ianques da América Latina!
Viva a luta anti-imperialista!
