RS: Reitoria da UFRGS entrega ativista para Polícia Federal por protesto contra COP-30

Reproduzimos matéria do Jornal A Nova Democracia.

A reitoria fascista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) entregou à Polícia Federal um ativista que realizou um protesto contra o evento imperialista “Pré-COP-30” que ocorria na universidade. No dia 13 de setembro, cerca de 15 ativistas espalharam cartazes pelo campus do centro da UFRGS e utilizaram, supostamente, óleo e rojões para protestar contra um evento que estava sendo realizado no centro de eventos da universidade. Após as explosões, os seguranças entraram em perseguição aos ativistas que fugiram do local, alcançando um deles e entregando-o à polícia.

A reitora facínora Márcia Barbosa, em entrevista ao jornaleco “Matinal”, que tem financiamento direto do imperialismo ianque por meio da empresa imperialista Google e diretamente da embaixada ianque, afirmou que: “Não vamos aceitar nenhuma forma de violência ou dano ao patrimônio dentro da universidade. Aceitamos manifestações, que devem ser comunicadas à administração central, mas somos intransigentes com qualquer forma de violência”.

Não há base alguma para acusar os ativistas de “dano ao patrimônio” pelo despejo de óleo em frente a um prédio que cai aos pedaços pelo descaso da reitoria e a acusação absurda de “violência”, sendo que quem foi hostilizado, perseguido e preso pelos seguranças foram os ativistas.

A ação fascista de violação do direito à manifestação ocorrida dentro do campus da universidade ganha um caráter mais absurdo ainda pelo silêncio total do Diretório Central dos Estudantes e dos Centros Acadêmicos e mesmo os “coletivos” e “juventudes” da suposta esquerda que preferem propagandear a COP-30 a denunciar a prisão arbitrária de um ativista dentro do campus da UFRGS. Por trás do discurso de “progressismo” e mesmo de “socialismo” por parte de alguns, são agentes a mando direto da reitoria fascista.

O teatro da COP-30

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